O que ganha um profissional do mercado ao fazer um mestrado/doutorado em computação

AMPLIAR AS POSSIBILIDADES DE AÇÃO

Nas decisões de carreira sempre procuro privilegiar caminhos que ampliem minhas possibilidades de ação. Vale o velho ditado de não colocar todos os ovos em uma única cesta. A partir do momento que você tem um mestrado/doutorado você amplia consideravelmente seu campo de ação.

Fonte desconhecida.

APRENDER A LIDAR COM A REJEIÇÃO

Acho que tirando as pessoas que trilham um caminho empreendedor, dificilmente têm-se um carreira tão cheia de rejeições jogadas constantemente na sua cara como na academia. Quando se é um aspirante a pesquisador (quem ainda está fazendo mestrado/doutorado) aí que essa realidade bate à porta com força.

Fonte desconhecida.

APRENDER A SEGUIR POR TRILHAS INCERTAS

Essa é uma experiência que é fortemente relacionada às rejeições, mas acho que tem alguns aspectos sutis que valem ser explorados.

Fonte desconhecida.

APRENDER A ESCREVER

Esqueça esse negócio de fazer ciência. Pesquisar na academia é tudo sobre escrever.

Fonte desconhecida.
Mesa composta por advogados da área de propriedade intelectual que atuam em Brasília, Curitiba, Rio de Janeiro e Recife… e um outsider. Encontre o outsider.

DESENVOLVER O PENSAMENTO CIENTÍFICO

Quem trabalha com desenvolvimento de software tem um certo privilégio porque de algum modo teve que desenvolver o raciocínio algorítmico. Tem a possibilidade de usá-lo de maneira ampla na sua carreira/vida. Programar nos ensina como olhar para problemas grandes e complexos e quebrá-los em problemas menores e tratáveis. Desenvolvedores de software são exímios solucionadores de problemas. Um mestrado/doutorado coloca uma camada extra por cima dessa aptidão, permitindo um nível a mais de sofisticação do pensamento. O tal pensamento científico.

Fonte desconhecida.

REDE DE PARCEIROS GLOBAL

O meio de pesquisa é mais global e dinâmico que o do mercado. Isso tem um efeito colateral positivo, que é a criação de uma rede de parceiros mais ampla e diversa quando atuamos na academia.

Fonte desconhecida.

DOMÍNIO DO INGLÊS

Um requisito básico para que a rede de parceiros de um pesquisador seja ampla e global é o domínio do inglês. Meu inglês enquanto só atuava no mercado era aquele feijão com arroz. Conseguia ler texto técnico com facilidade, escrever emails curtos e era bem limitado em conversação.

STATUS

Esse é sem dúvida o menos importante dos itens anteriores. É também um tópico delicado. O risco de escorregar e ser mal interpretado é grande. Mas tentar é preciso.

Fonte desconhecida.

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Engenheiro de Software, Consultor, Pesquisador, Professor e Doutor em Ciência da Computação. http://brunocartaxo.com

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Bruno Cartaxo

Bruno Cartaxo

Engenheiro de Software, Consultor, Pesquisador, Professor e Doutor em Ciência da Computação. http://brunocartaxo.com